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Círculo imperfeito.

O cinema contemporâneo da Bélgica poucas vezes se fez tão contundente como em The Broken Circle Breakdown. De tom muito diferente da produção conterrânea, tóxica e punk, Ex-Drummer, o filme oferece uma imagem menos negativa do país, e constrói uma ode rústica ao amor, suas glórias e desgraças, tudo ao ritmo de um puríssimo bluegrassbelga/norte americano acredite se quiser. 

Na história, somos apresentados ao casal Didier e Elise. Ele, aficionado pelos Estados Unidos, é o vocalista e coração de uma banda de bluegrass. Ela, tatuada dos pés à cabeça com temas oldscholl, é uma autêntica pin-up, que convenientemente tem uma belíssima voz. A relação entre os dois se fortalece rapidamente, e uma gravidez inesperada oficializa a união. Mas os problemas surgem quando a filha Maybelle é diagnosticada com uma doença grave, e dali pra frente a parceria deles começa a ser testada de maneira severa, assim como a compreensão e tolerância de suas próprias crenças.

Leia a crítica completa no Crítica Daquele Filme!

 

 

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Olá a todos.

No programa de hoje, vamos discutir um pouco sobre as temporadas de Arrow e sobre as três séries da Warner/DC que vão estrear na televisão este ano: Flash, Constantine e Gotham.

Pelo visto, a Warner não quer ficar pra trás da Disney na televisão (algo que aconteceu no cinema) e está trazendo vários de seus personagens para o grande público. Será que eles pretendem constituir um universo e as séries vão conversar entre si? Será que o filme da Liga da justiça vai usar os personagens das séries? Debatemos sobre essas e outras questões e falamos de nossas expectativas para cada uma delas.

- Compre “Arrow” na Comix: AQUI

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Um futuro absurdo e desnecessário nos aguarda.

Ari Folman faz cinema como bem entende, e isso é ótimo. O diretor israelense ficou conhecido internacionalmente após a repercussão estrondosa de sua obra prima, Valsa com Bashir, uma belíssima animação documental que remonta, por meio de memórias dele e de outros sobreviventes, os massacres da Guerra do Líbano em 1982. De fato, a proposta na época foi algo nunca visto: um documentário que transmuta de maneira poética e visualmente deslumbrante, não só os acontecimentos narrados, mas também os sentimentos dos narradores… 

Leia a crítica completa no Crítica Daquele Filme!

 

 

Fala pessoal, como de costume, sempre que achamos um projeto interessante lá no Catarse, divulgamos ele por aqui. Dessa vez, encontramos a graphic novel Dionísio, que será inteiramente produzida em 3D digital, e que é altamente recomendada pra quem curte a linha Vertigo.

Coisa fina, mesmo. Confere o trailer ai!

O projeto:

A idéia de Dionísio surgiu a partir de um pesadelo que um dos autores teve há alguns anos. Pesadelo que o fez ter uma grande curiosidade pelo personagem, que é filho de Zeus (nasceu da coxa dele, na verdade), onde acabou por conhecer As Bacantes de Eurípides, tragédia grega onde a divindade grega citada reina soberana. A partir dai, ele soube que havia encontrado ali todos os elementos necessários para criar uma narrativa de aventura envolvendo Dionísio e suas devotas no mundo contemporâneo (com suspense, erotismo e algumas doses de terror sobrenatural).

Em Dioníso, o detetive Adriano Ferri e sua amiga Marcela envolvem-se com um grupo de dança composto somente por mulheres que veio da Grécia se apresentar em um festival internacional de teatro. Estranhas mortes começam a ocorrer na cidade e Adriano descobre que as dançarinas estão possuídas pelo deus grego Dionísio, que as coloca em um frenesi sobrenatural de sexo e fúria.


Autores:

Jerri Dias (o que sonhou) e Pedro Zimmermann são roteiristas, diretores e criadores da minissérie de ficção científica OXIGÊNIO exibida na RBS TV, entre outros curtas do gênero fantástico. Os caras se conhecem há 30 anos, e durante alguns anos da adolescência deles,  editavam o o fanzine Millennium, dedicado ao cinema e literatura fantástica. Agora eles retomam a bem sucedida parceria de três décadas atrás e tentam estabelecer um novo marco em suas carreiras com uma obra empolgante e singular nos quadrinhos nacionais.


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A obra:

A obra terá cerca de 100 páginas, em cores, miolo em papel couchet, dimensões de 21 × 29 cm e serão impressos 1.000 exemplares com capa em brochura e 50 exemplares com capa dura para os patrocinadores mais generosos.  E como sempre, as recompensas vão de acordo com o seu investimento, quanto mais você investe, mais recompensas você ganha.

Obs: Já com R$10,00 você ganha a versão em PDF, além de wallpapers e outras cositas. E com apenas R$35,00 você ganha a versão impressa.

Então, não perca tempo e apoie logo esse projeto que já está na etapa final da campanha (vai até  o dia 30/junho só, corre!). Visite a página oficial do projeto para mais informações de valores e recompensas e apoie:

http://www.catarse.me/pt/dionisio3d

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Homens são mais propensos a morrer por um rei vestido por camponeses pernósticos toda manhã do que por um rei que sabe se vestir sozinho

A literatura fantástica tem passado por evoluções nos últimos anos. Se antes eram características marcantes do gênero protagonistas honrados, capazes de grandes sacrifícios, e vilões cruéis, hoje a fantasia está cada vez mais complexa. Obras como o aclamado Guerra dos Tronos trazem personagens cheios de falhas e defeitos, como qualquer ser humano. O único personagem que poderia se encaixar na descrição de herói clássico George R. R Martin faz questão de arrancar a cabeça no final do primeiro livro. A Trilogia dos Espinhos, de Mark Lawrence, leva essa evolução ainda mais longe com um protagonista muitas vezes mais monstruoso que os próprios inimigos que enfrenta. Jorg Ancrath não hesita em matar, mutilar e destruir, caso isso o ajude a alcançar seus objetivos. O que faz Jorg ser muito mais que um mero anti-herói é o desenvolvimento de personagens fenomenal de Lawrence, que atinge seu ápice neste segundo volume da Trilogia. Finalmente, passamos a compreender melhor suas atitudes e porque se tornou um líder sanguinário e sedento por poder.

A narração em primeira pessoa está se tornando cada vez mais popular na literatura jovem e de fantasia. Mas são poucos os escritores que sabem utilizar corretamente o artifício. Uma história em primeira pessoa tem que refletir a cada frase, a cada linha, a personalidade do protagonista. Lawrence, como poucos autores modernos, faz isso à perfeição. A narrativa de King of Thorns esbanja cinismo e ironia, sem em nenhum momento se desviar do que já conhecemos de Jorg. Além disso, Lawrence inicia o livro a partir do que seria o meio da história, fazendo com que os leitores colham pistas durante a leitura para entender como tudo chegou até aquele momento, refletindo toda a confusão mental do protagonista.

Imagens do material exclusivo que recebemos da Darkside Books:

Da mesma forma que Guerra dos Tronos apresenta pouco a pouco os elementos fantásticos de seu universo, King of Thorns é bem mais sobrenatural do que o volume anterior. Magos de lava fervente, bruxas de neve e mortos retornando a uma espécie de semivida e, de maneira semelhante à Torre Negra, vestígios de uma tecnologia há muito tempo esquecida entram para a história, deixando o universo da Trilogia ainda mais instigante e complexo.

Leia também: Resenha de Prince of Thorns (Trilogia dos Espinhos) – Negro, obscuro e repleto de violência

Como os melhores livros de fantasia já escritos, King of Thorns vai além de uma simples história, carregando uma poderosa alegoria à violência do nosso mundo moderno. Na mesma escala que muitas crianças não encontram outro caminho para sobreviver do que o mundo do crime, toda a vida de Jorg o leva a se tornar o mais maquiavélico dos protagonistas, destruindo todos os estereótipos de herói de fantasia.

“O segredo é saber que só há um jogo e as únicas regras são as suas.”

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Se conseguir manter a qualidade no terceiro e último volume (livro que a Darkside já prometeu lançar ainda este ano) a Trilogia dos Espinhos tem tudo para se tornar uma das maiores obras da fantasia dos nossos tempos.


capa_kingTrilogia dos Espinhos – King of  Thorns

Autor: Mark Lawrence

Páginas: 523 

Editora: Darkside Books

Nota: 9,5