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Hoje pela manhã saiu a lista dos indicados ao Oscar da televisão em 2013/2014, o Emmy Awards. Que terá sua cerimônia em 25 de agosto, com a apresentação do Seth Meyers (SNL, Late Night).

Esse ano, como previsto, a Netflix cresceu bastante com suas indicações, passou das 14 para 31 indicações. Mas não foi só ela, outras emissoras BROADBAND também receberam indicações, como  crackle.com, AOL, funnyordie.com e nationalgeographic.com.

Entra as TVs abertas, a CBS lidera com 47 indicações, seguida da NBC com 46. E entre as TVs fechadas, como sempre, a HBO arrebenta com a boca do balão, tendo 99 indicações. Seguida da FX Networks, com 45 indicações.

Esse ano é briga de cachorro grande dentre as categorias dramáticas (é um drama literalmente. rs), com Breaking Bad, True Detective, House of Cards e seus elencos.

Já nas comédias, espero que LouieOrange is the New Black sejam as vencedoras em suas categorias indicadas, pois já basta de Modern Family, né?!

E dentre as minisséries o destaque vai para a sensacional Fargo, claro. E Sherlock na de melhor filme para TV.  Enfim, logo abaixo estão os principais indicados. A lista completa você encontra no site oficial da premiação (aqui).

Melhor série dramática

“Breaking Bad”
“Downton Abbey”
“Game of Thrones”
“House of Cards”
“Mad Men”
“True Detective”


Melhor ator em série dramática

Bryan Cranston (“Breaking Bad”)
Jeff Daniels (“The Newsroom”)
Jon Hamm (“Mad Men”)
Woody Harrelson (“True Detective”)
Matthew McConaughey (“True Detective”)
Kevin Spacey (“House of Cards”)


Melhor atriz em série dramática

Lizzy Caplan (“Masters of Sex”)
Claire Danes (“Homeland”)
Michelle Dockery (“Downton Abbey”)
Julianna Margulies (“The Good Wife”)
Kerry Washington (“Scandal”)
Robin Wright (“House of Cards”)


Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Anna Gunn (“Breaking Bad”)
Maggie Smith (“Downton Abbey”)
Joanne Froggatt (“Downton Abbey”)
Lena Headey (“Game of Thrones”)
Christine Baranski (“The Good Wife”)
Christina Hendricks (“Mad Men”)


Melhor ator coadjuvante em série dramática

Aaron Paul (“Breaking Bad”)
Jim Carter (“Downton Abbey”)
Peter Dinklage (“Game of Thrones”)
Josh Charles (“The Good Wife”)
Mandy Patinkin (“Homeland”)
Jon Voight (“Ray Donovan”)


Melhor atriz convidada em série dramática

Margo Martindale (“The Americans”)
Diana Rigg (“Game of Thrones”)
Kate Mara (“House of Cards”)
Allison Janney (“Masters of Sex”)
Jane Fonda (“The Newsroom”)
Kate Burton (“Scandal”)


Melhor ator convidado em série dramática

Paul Giamatti (“Downton Abbey”)
Dylan Baker (“The good wife”)
Reg E. Cathey (“House of cards”)
Robert Morse (“Mad men”)
Beau Bridges (“Masters of sex”)
Joe Morton (“Scandal”)


Melhor série de comédia

“Big Bang Theory”
“Louie”
“Modern Family”
“Orange is the New Black”
“Silicon Valley”
“Veep”


Melhor atriz em série de comédia

Lena Dunham (“Girls’)
Edie Falco (“Nurse Jackie”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Melissa McCarthy (“Mike & Molly)
Amy Poehler (“Parks And Recreation”)
Taylor Schilling (“Orange is the New Nlack”)


Melhor ator em série de comédia

Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of Lies”)
Ricky Gervais (“Derek”)
Matt LeBlanc (“Episodes”)
William H. Macy (“Shameless”)
Jim Parsons (“Big Bang Theory”)


Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

Mayim Bialik (“Big Bang Theory”)
Julie Bowen (“Modern Family”)
Allison Janney (“Mom”)
Kate Mulgrew (“Orange is the New Black”)
Kate McKinnon (“Saturday Night Live”)
Anna Chlumsky (“Veep”)


Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Andre Braugher (“Brooklyn Nine-Nine”)
Adam Driver (“Girls”)
Jesse Tyler Ferguson (“Modern family”)
Ty Burrell (“Modern family”)
Fred Armisen (“Portlandia”)
Tony Hale (“Veep”)


Melhor atriz convidada em série de comédia

Natasha Lyonne (“Orange is the new black”)
Uzo Aduba (“Orange is the new black”)
Laverne Cox (“Orange is the new black”)
Tina Fey (“Saturday Night Live”)
Melissa McCarthy (“Saturday Night Live”)
Joan Cusack (“Shameless”)


Melhor ator convidado em série de comédia

Bob Newhart (“Big Bang Theory”)
Nathan Lane (“Modern Family”)
Steve Buscemi (“Portlandia”)
Jimmy Fallon (“Saturday Night Live”)
Louis C.K. (“Saturday Night Live”)
Gary Cole (“Veep”)


Melhor minissérie

“Bonnie and Clyde”
“American Horror Story: Coven”
“Fargo”
“Luther”
“Treme”
“White Queen”


Melhor filme para TV

“Killing Kennedy”
“Muhammad Ali’s greatest fight”
“Normal Heart”
“Sherlock: His Last Vow”
“The Trip to Bountiful”


Melhor ator em minissérie ou filme para TV

Benedict Cumberbatch (“Sherlock”)
Chiwetel Ejiofor (“Dancing on the Edge”)
Idris Elba (“Luther”)
Martin Freeman (“Fargo”)
Mark Ruffalo (“Normal Heart”)
Billy Bob Thornton (“Fargo”)


Melhor atriz em minissérie ou filme para TV

Helena Bonham Carter (“Burton and Taylor”)
Minnie Driver (“Return to Zero”)
Jessica Lange (“American Horror Story: Coven”)
Sarah Paulson (“American Horror Story: Coven”)
Cicely Tyson (“The trip to Bountiful”)
Kristen Wiig (“The spoils of Babylon”)


Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme para TV

Colin Hanks (“Fargo”)
Jim Parsons (“Normal Heart”)
Joe Mantello (“Normal Heart”)
Alfred Molina (“Normal Heart”)
Matt Bomer (“Normal Heart”)
Martin Freeman (“Sherlock: His Last Vow”)


Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme para TV

Frances Conroy (“American Horror Story: Coven”)
Kathy Bates (“American horror Story: Coven”)
Angela Bassett (“American Horror Story: Coven”)
Allison Tolman (“Fargo”)
Ellen Burstyn (“Flowers in the Attic”)
Julia Roberts (“Normal Heart”)


Melhor reality show de competição

“The Amazing Race”
“Dancing with the Stars”
“So you think you can dance”
“Project runway”
“Top Chef”
“The Voice”


Melhor programa de variedades

“The Colbert Report”
“The Daily Show with Jon Stewart”
“Jimmy Kimmel Live”
“Real Time with Bill Maher”
“Saturday Night Live”
“The Tonight Show starring Jimmy Fallon”

E ai seus maravilhosos e bem vestidos!

Tomamos uma goleada da Alemanha, perdemos o lugar na final, todo mundo tá puto - a Argentina é finalista – , blá, blá, blá. Já entendemos, tem gente que leva o futebol à sério e é um direito dessas pessoas de ficarem furiosas. Mas, se você não é uma dessas pessoas e só está acompanhando a Copa por causa da Zuera no Twitter (que continua sensacional) que tal dar uma olhada na minha recomendação de hoje?

YamiShibai

Faz um bom tempinho que eu não escrevo sobre animes ou cultura japonesa por aqui então agora que me deparei com um anime excelente, volto a tocar nesse tópico nipônico. Não, hoje não vai ter absurdo como meu post sobre Ebichu (se você não assistiu ainda, recomendo fortemente), hoje a missão de Pazuzu aqui é de te deixar com medo.

banner_yami_shibai

Com a primeira temporada transmitida em julho do ano passado, Yami Shibai (Peça Sobria) é um anime sobre mitos e lendas urbanas japonesas de terror. O que me chamou a atenção logo de cara sobre essa série, além da temática, é o estilo de arte usado para contar as histórias.

O Kamishibai (Traduzido como Drama de Papel) é um método de contar histórias originado no século 12 e usado por monges budistas. Se consiste em uma caixa com uma abertura na frente e nas laterais e várias ilustrações. Conforme o contador de histórias vai desenvolvendo o conto, ele vai inserindo novas ilustrações na caixa. O legal é que todos os contos têm uma lição de moral, por isso é tão popular com as crianças.

Se você já viu ou jogou Alice Madness Returns então vai reconhecer o estilo do Kamishibai, porque os criadores do jogo se basearam nele para as cutscenes.

Yami Shibai, aqui conhecido como Yami Shibai: Histórias de Terror Japonesas, se consiste em 13 episódios por temporada com uma duração não maior do que 5 minutos. E eu vou te falar amigo(a), se você acredita no sobrenatural ou gosta de terror, é bem possível que você vai ficar com medo. Eu tomei vários sustos assistindo, principalmente o episódio 5.

Basicamente Yami Shibai se consiste em um homem que sempre às 17h aparece em um parquinho e conta histórias de terror para as crianças que lá brincam, no entanto, só de bater o olho no contador de histórias você sabe que tem alguma coisa muito errada com ele. O interessante sobre esse anime é que você conhece mais sobre as lendas urbanas japonesas mas de um jeito que não é maçante, na verdade é bem divertido e, por ser um episódio tão curtinho, você consegue ver o anime todo de uma vez só.

Yami Shibai não só chamou a minha atenção pela técnica de animação usada como pelo conteúdo. O fator de medo desse anime não se consiste só em jump scares, (que mesmo sabendo que eles vão acontecer, você ainda se assusta) mas sim pelo clima de suspense e pelas mensagens que cada episódio passa. Assim como o Kamishibai, todas essas histórias contém uma lição de moral como “Promessa é dívida” ou “Cuidado com o que você deseja”.

YamiShibai2

E o bom é que a segunda temporada estreou semana passada então dá tempo de assistir os primeiros episódios. Yami Shibai não mantem uma linha cronológica de acontecimentos então você pode escolher qualquer episódio sem se preocupar em perder alguma coisa importante.

Esse anime te prende pelo simples fato da curiosidade. Vou ser sincera, alguns episódios não me assustaram, mas ainda assim é interessante assistir para descobrir mais sobre a parte sombria da cultura japonesa (e não, não estou falando dos fetiches e pornô “peculiar”). Se você é ateu ou não coloca fé no sobrenatural, dê uma chance mesmo assim. Juro, é um anime muito legal.

Se você não quiser baixar, é só clicar no Emoji que tem tudo legendado em português.

щ(ºДºщ)

P.s. – Dica de Pazuzu, assista no escuro e com seus fones de ouvido. A experiência fica muito mais legal. >:3

YamiShibai3Título: Yami Shibai (2013)

Duração: +ou- 4min por episódio

Episódios: 13

Diretor: Tomoya Takashima

Nota: 9,5

 

 


 

thebrokencircle5

Círculo imperfeito.

O cinema contemporâneo da Bélgica poucas vezes se fez tão contundente como em The Broken Circle Breakdown. De tom muito diferente da produção conterrânea, tóxica e punk, Ex-Drummer, o filme oferece uma imagem menos negativa do país, e constrói uma ode rústica ao amor, suas glórias e desgraças, tudo ao ritmo de um puríssimo bluegrassbelga/norte americano acredite se quiser. 

Na história, somos apresentados ao casal Didier e Elise. Ele, aficionado pelos Estados Unidos, é o vocalista e coração de uma banda de bluegrass. Ela, tatuada dos pés à cabeça com temas oldscholl, é uma autêntica pin-up, que convenientemente tem uma belíssima voz. A relação entre os dois se fortalece rapidamente, e uma gravidez inesperada oficializa a união. Mas os problemas surgem quando a filha Maybelle é diagnosticada com uma doença grave, e dali pra frente a parceria deles começa a ser testada de maneira severa, assim como a compreensão e tolerância de suas próprias crenças.

Leia a crítica completa no Crítica Daquele Filme!