Um dos melhores e menos conhecidos trabalhos de Robin Willians.

O suicídio de Robin Willians exemplifica pelo menos duas verdades: nada é o que parece, e a depressão é um mal que deve ser levado a sério. Mesmo lutando contra seus demônios, Willians foi lembrado por seus amigos como alguém generoso e amável, além disso, era também um dos maiores atores de nossa geração. Nem tudo que fez foi sucesso, muitas escolhas erradas fazem parte de sua história, mas houve indiscutíveis momentos de pura genialidade, de autêntico brilhantismo, fortes o suficiente para transformá-lo em uma lenda.

Tempos atrás, anotei em minha lista de “filmes que devo assistir”, o pouco conhecido O Melhor Pai do Mundo, trabalho elogiado pela crítica no ano de seu lançamento (2009), mas que não chamou atenção do grande público. Nele, Willians interpreta o professor de poesia e escritor injustiçado chamado Lance, que depois de encontrar seu filho morto em um vergonhoso acidente, resolve mentir sobre o acontecido, fazendo com que tudo pareça um suicídio. Para isso, além de mover o corpo, ele também escreve uma carta de despedida.

Logo a tal carta se transforma numa sensação em seu colégio (local de trabalho do pai e de aprendizado do rapaz). O profundo conteúdo da despedida suicida mexe com as emoções de todos, tocando e transformando psicologicamente alunos e professores. Depois de ser recusado por diversas editoras, Lance tem seu trabalho como escritor apreciado pela primeira vez. Sendo assim, ele mais que rapidamente (como um autêntico ghost writer) elabora um suposto diário do problemático filho, intitulado “Você não me Conhece”, que também se torna um sucesso, ganhando repercussão nacional.

Leia a crítica completa no Crítica Daquele Filme

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Jornalista guerrilheiro, entusiasta de games ligeiramente sangrentos. Já teve banda de Heavy Metal, hoje toca Beatles no violão. Ama a sétima arte de forma visceral, prefere dramas reais - pois acha que a vida em certos momentos é incrível demais para ser verdade. Já escreveu sobre cinema, música e jogos em alguns lugares, hoje é editor do site Crítica Daquele Filme... e precisa fazer mais exercícios.

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