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A vida propicia duas escolhas, ambas com recompensas e obstáculos, mas apenas uma delas lhe entrega no final a auto realização, a oportunidade sincera de olhar-se no espelho e enxergar alguém com vida própria. É isso que claramente nos mostra Travis (Robert De Niro), um motorista de táxi decadente da vida urbana, preso em si pelo choque social e sua autoanálise, enxergando em todos uma podridão incalculável.

Taxi Driver (idem, 1976), abre um arco dramático com objetividade e consegue conclui-lo com um material bastante estudioso. Sabemos que Travis é, portanto, um sujeito solitário, que chega a Nova Iorque como um ex combatente do Vietnã. Ao diretor Martin Scorsese, cabe a inteligência de apresentar em símbolos e cenas indícios de onde quer chegar, como por exemplo a entrevista de emprego de Travis, que na verdade é uma apresentação sábia de personagem, onde através de perguntas e repostas rápidas pode construir rapidamente o passado de seu protagonista

Leia a crítica completa no Poltrona do Meio


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É cinéfilo para si e nerd para os outros. Caiu no mundo do cinema apenas desde 2005 e não parou mais, tornando-se um colecionador assíduo. Adora um horror, do melhor ao pior, e é grande apreciador de filmes independentes e B, com a liberdade de expressão que ele mesmo acha que tem. É editor do blog Cinemarco Cineclube.

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