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Um futuro absurdo e desnecessário nos aguarda.

Ari Folman faz cinema como bem entende, e isso é ótimo. O diretor israelense ficou conhecido internacionalmente após a repercussão estrondosa de sua obra prima, Valsa com Bashir, uma belíssima animação documental que remonta, por meio de memórias dele e de outros sobreviventes, os massacres da Guerra do Líbano em 1982. De fato, a proposta na época foi algo nunca visto: um documentário que transmuta de maneira poética e visualmente deslumbrante, não só os acontecimentos narrados, mas também os sentimentos dos narradores… 

Leia a crítica completa no Crítica Daquele Filme!

 

 

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Jornalista guerrilheiro, entusiasta de games ligeiramente sangrentos. Já teve banda de Heavy Metal, hoje toca Beatles no violão. Ama a sétima arte de forma visceral, prefere dramas reais - pois acha que a vida em certos momentos é incrível demais para ser verdade. Já escreveu sobre cinema, música e jogos em alguns lugares, hoje é editor do site Crítica Daquele Filme... e precisa fazer mais exercícios.

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