Olá meus leitores lindos!

Hoje é mais um dia de entrevista e seguindo a linha de arte que já abordei com a querida da Kippery, hoje passaremos por uma vertente mais permanente da arte, a tatuagem!

De símbolo de rebeldia e criminalidade, a status hype, o mercado da tatuagem cresceu muito e continua em expansão com suas conferências internacionais ou com a descoberta de novos talentos.

Hoje então eu posto aqui pra vocês uma entrevista bem malandra que eu tive com o Alan Crisogano de 24 anos, que trabalha no True Love Tattoo no Tatuapé.

Como você se interessou por tattoo?
Eu escutava umas bandas de metal e hardrock, via os caras com um monte de tattoo, tocando rock, com um monte de mina do lado, um puta visual foda e queria ser um deles. Sempre tive esse interesse por desenhar e tal, reproduzia várias artes de várias bandas, achava animal o lance de você ter um desenho de algo que te agrada no corpo pra sempre.

E como daí você começou a atuar na área da tattoo?
Eu conheci o André de Camargo, irmão do Arthur, tocando junto com a banda que ele tinha e aí comecei a me tatuar com o André. Depois comecei a fazer umas tatuagens com o Arthur e me ofereci para trabalhar com eles, e desde então eu estou lá. Faz cerca de 4 anos já.

É fato que ninguém já pega a agulha e sai marcando todo mundo, o que você fazia como aprendiz dos caras?
Eu limpava o estúdio, arrumava agenda, atendia telefone, comprava café e ficava desenhando e pintando. Depois de uns 3 anos/3 anos e meio eu fiz a minha primeira tattoo em uma amiga, foi uma rosa no braço

E qual é o seu estilo preferido pra tatuar no pessoal?
O estilo que eu mais gosto é o tradicional, o clássico mesmo. Japonesa tradicional, tribal tradicional e o tradicional americano. Poucas cores e muito preto.
Tem bastante gente da “Nova geração” que faz um trabalho clássico muito bom. Uns caras de Curitiba, Brasília eu conferi o trabalho dos caras e gostei bastante. O lance mais moderno, mais “New School” como eles chamam, não me agrada porque distorce muito o que é o clássico. Muitas cores, muitos detalhes. O legal pra mim é um desenho simples, de fácil leitura.

E quando você entrou na agulha pela primeira vez?
Foi com 16/17 anos, tatuei uma caravela no braço esquerdo, um desenho do Herbert Hoffman. Eu já sabia que ia me encher de tattoo, a única coisa que atrapalhava era a dor, mas como não é algo desesperador eu levo numa boa agora. É o tipo de dor que vicia.

Se você viu as fotos do Alan e decidiu que agora é a hora de entrar na agulha e ser mais um membro do time dos tatuados, passe no True Love Tattoo, fica na Rua Cantagalo, 255, Tatuapé – São Paulo (11) 2094-3383.

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Jornalista. Fã de gore, terror e todas as bizarrices da internet. O pessoal daqui diz que eu sou um Shinigami.

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